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"Estressado" é um termo usado na linguagem do dia-a-dia, mas não é um diagnóstico psiquiátrico. Geralmente se refere a pessoas ansiosas, preocupadas, amedrontadas, irritadas ou mesmo deprimidas. Assim, não tem como comentar o tratamento dele. Deve falar com o psiquiatra dele.
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"Estressado" é um termo usado na linguagem do dia-a-dia, mas não é um diagnóstico psiquiátrico. Geralmente se refere a pessoas ansiosas, preocupadas, amedrontadas, irritadas ou mesmo deprimidas. Assim, não tem como comentar o tratamento dele. Deve falar com o psiquiatra dele.
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Dependendo do diagnóstico de base do seu irmão, as abordagens diferem bastante. Para transtorno bipolar com irritabilidade/agressividade, os guidelines da CANMAT 2023 e BAP 2016 sugerem otimizar o estabilizador antes de adicionar. O valproato tem evidência mais robusta que a carbamazepina para componente de humor disfórico.
Para agressividade em transtornos de personalidade, epilepsia ou deficiência intelectual, o nível de evidência aponta para estratégias diferentes. -
Na maioria dos casos de emagrecimento, o mais indicado são técnicas comportamentais ou cognitivo-comportamentais de reeducação alimentar, conduzidos por psiquiatra ou psicólogo com experiência neste tipo de tratamento e acompanhamento com nutricionista. Tratamento medicamentoso deve ser feito apenas nos casos em que a pessoa tiver algum problema de saúde relacionado a obesidade e índice de massa corpórea acima de 27 ou, caso não tenha problemas de saúde, o índice de massa corpórea deve estar acima de 30. Mesmo nesses casos, o acompanhamento com técnicas cognitivo-comportamentais de reeducação alimentar deve ser feito, ao lado do tratamento medicamentoso. Não há como indicar tratamento, sem conhecer pessoalmente seu caso.
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Faça um acompanhamento com a equipe multi, não adianta tomar medicação e não tratar o emocional, busque um psicólogo que trabalhe com pacientes com obesidade ou paciente bariátrico.
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Hoje existem opções eficazes para auxiliar no emagrecimento, inclusive medicamentos quando bem indicados, mas a escolha depende do seu perfil e precisa ser feita com segurança. Nem todo paciente precisa de remédio, e nem todo remédio serve para todo mundo.
 
O ideal é agendar uma consulta para entender seu caso, identificar o que está dificultando sua perda de peso e montar uma estratégia individualizada, com alimentação, atividade física, ajustes metabólicos e, se houver indicação, medicação adequada.
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No Brasil, tem essa cultura de encaminhamento médico para profissionais multi, mas a resposta é "depende do cenário", para justificar plano de saúde sim, mas em outros casos não há necessidade, basta você procurar um profissional habilitado.



